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domingo, 3 de maio de 2009
Igreja Matriz
As várias transformações e ampliações ao longo dos séculos são bem visíveis, pela sobreposição de vários estilos - românico, gótico e neoclássico, de que é exemplo o portal gótico encimado por uma rosácea do séc. XVIII.
Os altares laterais, de Nossa Senhora das Dores do séc. XVII à direita e o de Nossa Senhora de Fátima do séc. XVIII à esquerda, destacam-se pela riqueza da sua talha.
A antiga pia baptismal é de estilo Manuelino.
sábado, 25 de abril de 2009
Capela do Socorro


É uma edificação seiscentista, erguida no início do século XVII, mais precisamente, em 1603, a expensas do piloto-Mór da Carreira da Índia, Gaspar Manuel, e sua mulher, como atesta a inscrição existente no portal. É possível que o casal tenha patrocinado a construção deste templo com o objectivo de criar um mausoléu, onde ambos pudessem ser sepultados, o que veio a acontecer sete anos depois, em 1610, data em que faleceu Gaspar Manuel. A sua campa (e a sua mulher), rasa mas com brasão de armas e inscrição, mantém-se no interior do templo. quinta-feira, 16 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Real Irmandade de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos
São Gualter, chegado a Guimarães recolheu-se próximo da vila e no sopé do monte de Santa Catarina em local deste então designado por Fonte Santa, em Urgeses. A sua prática de vida e as suas pregações, conduziram que logo após a sua morte lhe fosse prestada veneração, havendo relatos de sucessos milagrosos junto do seu primeiro sepulcro. A fé e a devoção a S. Gualter foi crescendo sempre acompanhada por notícias milagrosas o que terá conduzido para que presuntivamente no ano de 1527 tenha sido fundada a Irmandade de São Gualter, sendo certo que no ano de 1577 a Irmandade e o povo de Guimarães erigiu uma capela na igreja do Convento de S. Francisco. Logo no ano seguinte foi a Irmandade indulgenciada por Sua Santidade o papa Gregório XIII (17.12.1578).
Continua a fé e o culto em honra do padroeiro de Guimarães e por certo desde cedo se fazia sair a solene procissão em sua honra, pois a 20.01.1622 obtêm a Irmandade de São Gualter, do Rei D. Filipe III, alvará para renovar a Procissão passando dessa forma a dita procissão a contar com a assistência pessoal dos vereadores da Câmara.
Passam-se os anos e com a reforma da igreja de São Francisco, por volta de 1750, assistiu a Irmandade de São Gualter à demolição da sua capela, só obtendo novamente altar de culto no ano de 1800 por acordo obtido do marquês de Pombal, administrador do Altar do Descendimento, na igreja de S. Francisco. Aí são de novo postas à veneração popular as venerandas relíquias do milagroso São Gualter, facto que muito agradou aos vimaranenses, recrudescendo assim o culto e as atenções da Irmandade para com o seu património fazendo importantes obras na Fonte Santa, restaurando imagens e relicários.
A partir de meados do sec. XX transfere-se a Irmandade de São Gualter para a igreja da Real Irmandade de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos, tendo para esse efeito mandado fazer nova imagem de São Gualter, de corpo inteiro, que foi instalada num altar da dita igreja.
Desde então é desta morada que se faz sair a Solene Procissão de São Gualter, no primeiro domingo de Agosto.
Igreja dos Grilos
A sua construção deveu-se à caridosas doações de alguns fieis e a Frei Luís Alvares de Távora de Leça do Balio que impôs a condição de nela ter de ser sepultado.
A frontaria é monumental, composta por dois andares, nela se acumulam frontões, entablamentos, cornijas, pilastras e janelas.
No primeiro, três portas com frontões, sendo a do meio ornada com um portal formado por colunas gémeas coríntias sobre pedestais e por um entablamento com pedras no friso. No alto dois nichos vasios, nos extremos duas janelas, e a meio o emblema da Companhia de Jesus, com separação feita por pilastras toscanas.
No segundo, ao centro, uma janela e por cima o brasão de Frei Luís Álvares de Távora, a rematar este bloco a Cruz de Malta sobre pedestal. De ambos os lados nichos vazios, por cima destas janelas e a rematar, frontões partidos sustentados por colunas jónicas, das quais rompem pirâmides. As partes externas pertencem às torres, cobertas com grandes volutas, com cúpulas em tijolo.
A nave é coberta por abóbada de granito, de volta perfeita em caixotões.
As paredes são sustentadas por largas pilastras toscanas, onde estão grandes imagens dos Evangelistas e dos Apóstolos, em barro pintado.
Pilastras clássicas enquadram o arco triunfal. Sobre o entablamento, de cornija muito saliente, ergue-se até à abóbada um complicado frontão, guarnecido com motivos jesuítas e flamengos, cortado a meio pelo nicho de S. Lourenço.
A capela-mor é coberta por uma abóbada também em caixotões, ocupados por cartelas guarnecidas com pedras. Nas paredes vêem-se pilastras jónicas de fuste canelado e, entre elas, estuques decorativos. Existe também nesta capela um bom painel de João Baptista Ribeiro e a imagem de St°. Inácio, única na cidade. Na sacristia, com tecto de madeira apainelada, existe um retábulo e quatro quadros emoldurados com boa talha rocócó, dos fins do século XVIII.
De referir por fim que a sua localização fica num emaranhado de ruas da Zona Histórica do Porto, nas imediações da Sé, mais precisamente no Largo do Colégio.
Ordem do Terço
Esta foto é publicado porque o Edifício do Hospital do Terço
(Ordem do Terço) é antigo (1781) está localizado numa Zona
antiga da cidade e continua com uma traça fantástica e bem conservado.
Além disso o meu filho Pedro nasceu lá,
numa das melhores noites da minha vida quando o vi nascer.
(Ordem do Terço) é antigo (1781) está localizado numa Zona
antiga da cidade e continua com uma traça fantástica e bem conservado.
Além disso o meu filho Pedro nasceu lá,
numa das melhores noites da minha vida quando o vi nascer.
Rua de Cimo de Vila, no Porto. A sua construção teve início no ano de 1759, desconhecendo-se o autor do projecto.
A fachada, em granito lavrado, ostenta elementos rococó
e o interior é decorado com estuques e talha.
O retábulo da capela-mor data de 1776 e é da autoria de José Teixeira Guimarães.
Contíguo a esta igreja, funciona o
Hospital da Nossa Senhora do Terço e Caridade, desde 1781.
domingo, 15 de março de 2009
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